Compositor de mundos sonoros
Integrando diversos estilos musicais em uma experiência única.
A cada disco um universo temático, onde a música brasileira dialoga com o alternativo, o rock, o eletrônico, a world music.
De arquétipos junguianos à vastidão espacial, suas obras exploram o humano por meio de personagens, atmosferas e conceitos, sempre guiadas pela busca do simbólico e do inesperado.
2025 - LO-FI...IO - Cd Lançado com recursos do FAC - Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e com produção de Ricardo Ponte.
Lança o Vórtice, com reflexões sobre a humanidade e influências da música brasileira, eletrônica, erudita, do rock e do jazz. O disco é dividido em 2 partes, ficando o Lado B com músicas mais longas, inspiradas no rock progressivo.
Ricardo Ponte assume a produção do projeto e a maior parte das gravações são realizadas em seu estúdio. Também, convida o animador Douglas Santos para fazer as ilustrações de divulgação.
Começam as gravações de A Sombra e a Flor, em sua própria casa. Lá, grava as flautas, a gaita, o acordeon e uma guitarra.
Gravado em Brasília, com Violão Yamaha e Microfones AKG C414 e Shure SM81.
No dia 12 de janeiro, após 14 meses, termina de compor o projeto, gerando 327 folhas de partitura e mais 40 de libreto.
Passa um ano sabático. Em novembro, após uma viagem com a família para os EUA, volta com uma Gibson na mão e anima-se a voltar o seu trabalho para o rock. No dia 13 desse mesmo mês começa a compor A Sombra e a Flor.
Apresenta o recital de formatura. No repertório, estão: Três canções para Montserrat (3 peças para violão solo), La caminata y la epifania (2 peças para xilofone, piano e contrabaixo), The little impish boy plays xylo (3 peças para xilofone solo), Sonata para piano e violoncelo e Danças Macunaímicas (3 peças para sopros – flauta, clarinete, oboé, fagote, 2 trompas, trompete e trombone – percussão e teclado).
Ingressa no curso de bacharelado em composição musical, pela Universidade de Brasília, tendo como professores de composição, Sérgio Nogueira e Flávio Santos.
Nasce Alice, sua primeira filha. Começa a compor o que seria uma "ópera popular", ou seja, uma narrativa cujo estilo musical mais se aproximaria do estilo de Elomar Figueira Mello e da música instrumental brasileira. Anos mais tarde, algumas das peças rascunhadas para esse projeto seriam incorporadas ao A Sombra e a Flor.
Casa-se com Ana Montserrat, que lhe motivou constantemente em sua carreira musical. Entra na Escola de Choro Raphael Rabello, para continuar seus estudos em violão popular. Teve como professores, Everaldo Pinheiro e Fernando César.
Começa a estudar violão popular, com Félix Júnior, direcionando seus estudos para compositores da música instrumental brasileira, como João Pernambuco, Dilermando Reis, Ernesto Nazareth e Guinga.
Ingressa no Curso de Formação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, vivendo em regime de internato, por 3 anos. Nessa época, apaixona-se pela música instrumental brasileira e por Villa-Lobos.
Para contratações, parcerias ou qualquer dúvida, estamos à disposição!